domingo, 28 de novembro de 2010


Texto de Wagner Borges,
Escrito nesta madrugada do 16 de Novembro de 2010, Dia de Chuva aqui em São Paulo
IEMANJÁ – A MÃE DO AMOR NA CACHOEIRA DOS OLHOS

Mãe Iemanjá!*
Que faz dos meus olhos
Uma cachoeira,
Quando eu penso no Bem
E na evolução dos homens.
Quando eu canto a Luz
Em meu coração;
Quando o Amor me faz escrever
E os espíritos vêm cantar aqui.

Ah, Mãe Querida!
Que lava as maldades do mundo
Com as águas da compaixão,
E que acalma o coração.
Que faz a chuva de Amor acontecer
Na cachoeira dos meus olhos...

Ah, Mãe das águas!
Que me abraça com a luz azul e branca,
E fortalece a minha fé.
Que, na luz do luar e nas ondas do mar,
Vem me sussurrar o encanto do Bem.

A Senhora me conhece, bem mais do que eu mesmo.
E, em muitos voos espirituais, me protegeu tanto...
E, novamente, eu estou aqui, igual a uma criança,
Brincando na chuva.

Sim, a sua chuva de Amor, que cai do Astral Superior,
E faz a cachoeira descer dos meus olhos...
Porque assim são as minhas lágrimas,
Quando o Amor me faz escrever,
E lava a minha alma

Ah, Mãe Iemanjá!
Que faz o meu corpo astral** flutuar nas vagas siderais...
Como uma pluma levada pelos ventos da espiritualidade.
Que me chama de menino, porque me conhece bem;
Que me fez ser médium*** de tudo que é da Luz;
E que me deu a Fé que não me deixa trair o meu coração.

Ah, Querida!
Se eu tivesse o talento do poetinha, faria agora uma canção.
Mas, eu só tenho um Grande Amor no coração,
E a Luz do Bem que a Senhora me ensinou.
E tudo isso desce na cachoeira dos meus olhos...

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